quase sempre só. nem o corpo o sente quando a vida bate - a história começa onde o fio termina e a vida está por esse fio presa - já tarde lembro o teu rosto e tudo é feito de paz. como nos dias de outono quando me dizias que tudo passa - tudo passa - e eu sorria porque acreditava que passar era uma coisa tão boa quanto ficar. eu que não sabia o significado nem de uma nem de outra - talvez tenhas partido cedo demais para a morte. mas que importa isso. se tudo passa e pouco fica. e o que fica é a memória - com tempo a memória perde-se e o teu rosto só se descobre em fotografias.
Margarete
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Helena, lindo e encantador o seu blog!
ResponderExcluirCom carinho,
Amara
Me encanta viajar a este su blog.
ResponderExcluirEs una delicia pasar por aqui.
B E S O S