8.12.12


 
  A Saudade 

 Não deviamos ter saudades. De nada. Nem ninguém. Estou aqui sentada. Sem fazer nada. Tenho os olhos (bem) abertos. Os sentidos alerta. A razão a funcionar. E esta coisa. Esta coisa no peito. Tenho tantas saudades tuas que nem consigo respirar. Não devíamos ter saudades. De nada. Nem de ninguém. Não.

  Elisa

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Um comentário:

  1. Helena, amei esse texto! Você me permite levar para o meu blog? De quem é a autoria?
    Me desculpe e obrigada!
    Bjs
    Amara
    http://amaramourige.blogspot.com.br/

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