A Saudade
Não deviamos ter saudades. De nada. Nem ninguém. Estou aqui sentada. Sem fazer nada. Tenho os olhos (bem) abertos. Os sentidos alerta. A razão a funcionar. E esta coisa. Esta coisa no peito. Tenho tantas saudades tuas que nem consigo respirar. Não devíamos ter saudades. De nada. Nem de ninguém. Não.
Elisa
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Helena, amei esse texto! Você me permite levar para o meu blog? De quem é a autoria?
ResponderExcluirMe desculpe e obrigada!
Bjs
Amara
http://amaramourige.blogspot.com.br/