27.4.10

Soletrando a solidão

A dor que sinto não é de vazios

Dentro de mim,
vozes - ternuras
mãos - aquecidas
palavras - ecoantes
promessas - vidas

Dentro de mim,
um rio
uma pedra
uma trilha
uma rua
uma estrela
um apito
um trem
uma aldeia

A dor que sinto é de cheios

Dentro de mim... moradas
Carrego multidões alvoroçadas

A dor que sinto... não é de retalhos

Padeço de inteiros!

Ana Merij

¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨

4 comentários:

  1. quantas vezes é indescritível a dor ...

    bj
    teresa

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  2. maravillosa función de tristeza, muy hermosa la forma de descripción en este escrito.
    besos

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  3. Querida amiga.

    Hoje a minha visita é para agradecer.
    Nestes dias que celebro a minha vida,
    tenho certeza de que a mesma
    não teria o brilho de hoje,
    se não fossem os amigos e amigas
    que a tornam valiosa
    mesmo que distantes.

    A ti gostaria de dizer obrigado:
    Obrigado pelas visitas ao meu blog.
    Obrigado pelas palavras semeadas.
    Obrigado por sentir os meus textos
    com os olhos do coração.

    Sou eternamente grato a vida,
    por mais estes presentes
    que de modo gentil
    deixas em minha vida,
    fazendo de mim uma pessoa melhor,
    e pleno de felicidade.

    Lindos dias de vida para ti.

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  4. Olá Helena,
    Estas dores que se sentem e os carinhos que nos faltam!...
    Bj,
    Manuela

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