23.2.10

... vem, docemente, como um papagaio de papel-de-seda
em tardes de vento brando e fala-me de fadas, de castelos,
de rios mansos, onde alguma vez pudemos navegar.
... ou leva-me contigo, como se fossemos apenas aves
e voássemos com o mesmo bater de asas...

José António Gonçalves

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7 comentários:

  1. Avassalador!!!

    Adoreiiiiiiiiiii Heleninha!!


    grande beijo

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  2. Esse compassado bater de asas deixa evidente a sintonia do par...

    LINDO!

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  3. ufffffff me imagino alas donde quepan los brazos, de ella y míos. guau, este escrito es hermoso.

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  4. Estes versos são de tamanha delicadeza que nos fazem sonhar... e querer voar como esses papagaios... lindo, lindo... como tudo por aqui: tuas escolhas são sempre um motivo a mais para o encantamento. Poesias me deslumbram!

    Beijos em ti, Helena!

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  5. Objetos, contos e outras lembraças da infância misturados em poucas linhas que vão ao longe...muito bom!

    []s

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  6. Objetos, contos e outras lembraças da infância misturados em poucas linhas que vão ao longe...muito bom!

    []s

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  7. Helena,
    Venho aqui deixar um comentário, com conteúdo de carinho.
    Não será o sonho de muita gente ouvir contar histórias de encantar e voar sem destino?...
    Beijinhos,
    Manú

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