Teatro de sombras11.5.15
Teatro de sombras10.5.15
(...) A vida quer da gente é peito aberto, coragem e a cara para bater. Mãe, minha cara está dormente, mas não desisto não. Eu tropeço tantas vezes e tantas me reequilibro de novo. Mãe, eu mato a barata com medo mesmo. Eu desafio a esfinge com medo mesmo. Eu encaro o dragão com medo mesmo. Do jeito que sei e posso.
Obrigada por não ter criado uma princesa (...)9.5.15
Pequeno Poema8.5.15
âmago 7.5.15
Estamos equivocados 5.5.15
Flores Incandescentes 4.5.15
Ave, Maria 2.5.15
O áugure 1.5.15
30.4.15
29.4.15
Desalento 28.4.15
Nada mais triste. Um carrossel à chuva. Eu hoje sou o carrossel molhado. Que girou sob o sol que não havia. Mas havia. Que se deixou ficar. Parado. Ferrugento. Chiando com o vento. À chuva. Sabendo que não houve nunca sol. Mas houve. Que só a chuva é real. Mas não. Neste decisivo momento como são todos podia fingir que canto. Que não me importo de estar ao sol ou à chuva. Que não sou esta imagem de desalento ou estas notas que parecem gotas. Mas não. Nada mais triste. Não conseguir fingir. Que canto. Ou que enlouqueço.27.4.15
Ruído das águas 26.4.15
25.4.15
Confeitos em alto mar24.4.15
O sótão
João Tomaz Parreira
(foto Martita Hunt)
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23.4.15
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Ela só queria desabotoar os sonhos
Ave alegria