quero respirar o ar fresco
não só queimar as narinas
mas também os pulmões.
quero chorar de tanto rir
(acho que só uma meia dúzia de vezes
chorei a rir),
quero o êxtase nos olhos
e a sensação de queda na barriga,
quero desaparecer e encontrar-me a voar...
quero tanto porque em menos de nada estou a desfalecer e a cair em tristeza,
amargura e frieza profunda.
não há nada de novo aqui,
nem no virar da esquina,
se desistir ninguém vai dar por nada...
por que nada é uma palavra de conceito e definição para algumas pessoas.
e para tudo isto ... pintar o cabelo nada resolve.
acabar por desaparecer com o tempo.
AOG
(photo Gladys Brockwell)
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Nostalgico e belo poema. Uma excelente escolha.
ResponderExcluirBoa Páscoa
Beijinhos
Marai