O sal das memórias
As suas mãos, pousando-se na harpa,
paravam-se no arco da memória.
Ausente de rugidos.
Os gemidos do tempo percorrendo
em sal outros gemidos.
É que a casa era branca e muito ampla,
de tectos recortados.
Só saber-lhe a presença
lhe bastava.
Que sim, ela assentira,
defronte a poliedros
de mil
lados.
Ana Luísa Amaral
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
Belo blog. Um lugar de descanso para a alma cansada . Parabéns!
ResponderExcluir