Quase verão
Há uma chuva negra e macia na vidraça. Quase cinza, um tanto fraca... me acaricia.
Pingos me olham – esperando o chão cegar. Chegar. E o desespero do que chove no mesmo lugar. E a nuvem que se move... sobre as palavras... que eu não te dei.
Negra na janela, esperando o chão.
Sou eu quem chove – antes do verão...
Sou eu quem grita! – ao perder teu rosto de areia, entre minhas mãos...
Leila Krüger
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Chove...
ResponderExcluirChove lá fora...
E
Chove dentro de mim...
Beijinhos Helena!
Ana
Helena, adoro ver chuva através da vidraça!
ResponderExcluirUm feliz sábado!bjs
Amara