9.8.10

Quando eu morrer
não me dêem rosas
mas ventos.

Quero as ânsias do mar
quero beber a espuma branca
duma onda a quebrar
e vagar.

Ah, a rosa dos ventos
a correrem na ponta dos meus dedos
a correrem, a correrem sem parar.
Onda sobre onda infinita como o mar
como o mar inquieto
num jeito
de nunca mais parar.

Por isso eu quero o mar.
Morrer, ficar quieto,
não.
Oh, sentir sempre no peito
o tumulto do mundo
da vida e de mim.

E eu e o mundo.
E a vida. Oh mar,
o meu coração
fica para ti.
para ter a ilusão
de nunca mais parar.

Alexandre Dáskalos

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2 comentários:

  1. tristeza y soledad!!!
    besos

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  2. Oi querida tudo bem?

    Poesia novinha:

    Mostraste como frágil eu sou
    para defender o meu reinado
    que outrora fora inexpugnável
    fato inegável....fui conquistado!

    Valter Montani
    revisão: Karla Júlia

    se quiser ler inteira visite-me
    http://valterpoeta.blogspot.com/

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"Há demonstrações de carinho que nos imensam!"
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