3.8.10

Esta ânsia que és tu

É esta a ânsia que cedo ou tarde, não se desfaz...
Não se transforma, não se verga...
Não me deixa em paz.
É esta a ânsia que vive dentro de mim...
Que ri, que chora, como se sentimentos tivesse...
E que quando entardece, adormece assim.
Aninhada no meu peito, como se um refúgio fosse,
E mais cedo ou mais tarde vai acordar novamente...
E vai-te querer aqui...
É esta a ânsia que me consome, e que eu ando como louca,
Para arrancar de dentro de mim!!!

Ana Cardoso

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3 comentários:

  1. Lindíssimo poema!
    É muito bom desnudar sentimentos que vivem no ser humano... Uns sentem mais que outros, sem dúvida!

    Era bom que ao falarmos assim de alguns sentimentos, alguns deles fossem enfraquecendo e nos deixassem respirar!

    Beijinho

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  2. no sé, sentí agonía.
    besos

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  3. bom dia/boa tarde/boa noite com poesia para você!

    Existe algo misterioso
    no silêncio de seu olhar
    que talvez nunca revele
    pois, a mente feminina
    é um perigoso enigma
    que em vão, os homens
    pretendem desvendar.
    Mas, para quê conhecer
    esse hermético segredo?
    Se nosso grande objetivo
    sempre por nós perseguido
    é encontrar a felicidade
    realizar nossos desejos.
    Então, não faz sentido
    compreender essa paixão!
    O que interessa é o milagre
    que dá sentido nessa religião.
    Ao matar a sede dos corpos
    em seu ato misericordioso
    vai aos poucos libertando
    seus devotos sequiosos
    de um enorme desprazer
    e, mesmo sem entendê-las
    estamos libertos e felizes
    duma existência triste e vazia
    sem o amor de uma mulher!

    Valter Montani

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