5.1.10

O sol da tarde

Este quarto, como o conheço bem.
(...)
Ao lado da janela estava a cama;
o sol da tarde chegava-lhe até metade.
... de tarde, quatro horas, tinhamos nos separado
por uma semana só... Ai de mim,
aquela semana tornou-se para sempre.

Konstandinos Kavafis
(trad. Joaquim M. Magalhães e N. Pratsinis)

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6 comentários:

  1. ahhhhhh, belos sons, sonhando eternamente feliz.
    besos

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  2. Oi, querida...

    Entrar e passear pela poesia do teu blog provoca-me suspiros...
    .
    .
    .
    ♥♥♥

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  3. Siempre desvarío con las palabras bellas, es un deleite del cual jamás renunciaré.
    Un beso para ti.

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  4. ...traigo
    sangre
    de
    la
    tarde
    herida
    en
    la
    mano
    y
    una
    vela
    de
    mi
    corazón
    para
    invitarte
    y
    darte
    este
    alma
    que
    viene
    para
    compartir
    contigo
    tu
    bello
    blog
    con
    un
    ramillete
    de
    oro
    y
    claveles
    dentro...


    desde mis
    HORAS ROTAS
    Y AULA DE PAZ


    TE SIGO TU BLOG




    CON saludos de la luna al
    reflejarse en el mar de la
    poesía...


    AFECTUOSAMENTE:
    CARINHO-D-ESCRITO EM PALAVRAS...


    DESEANDOOS UNAS FIESTAS ENTRAÑABLES OS DESEO FELIZ AÑO NUEVO 2010 Y ESPERO OS AGRADE EL POST POETIZADO DE LA CONQUISTA DE AMERICA CRISOL Y EL DE CREPUSCULO.

    José
    ramón...

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  5. Olá Helena,
    Os teus gostos poéticos são do melhor e através do teu blogue tenho descoberto poetas que não conhecia e que vale a pena conhecer.
    O teu blogue é muito original, gosto das fotografias que escolhes, associadas ao cinema clássico, que eu também muito aprecio.
    Beijinhos
    Manuela

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  6. Adorei seu blog!
    perfeito!!!

    Tornei-me seguidora!

    beeejos!

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Manoel de Barros

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